A cibersegurança já não se limita às firewalls e ao software antivírus. Os cibercriminosos têm como alvo principal os empregados, que são considerados o ponto de entrada mais fácil. Segundo a ANSSI, mais de 80% dos ataques bem sucedidos estão ligados a erros humanos. Um clique descuidado numa ligação fraudulenta, uma palavra-passe fraca ou a transferência de informações sensíveis podem ser suficientes para comprometer toda uma organização.
A formação e a sensibilização dos trabalhadores não é, portanto, uma opção: é um elemento central da estratégia de defesa, tal como as soluções tecnológicas.
As vantagens de uma sensibilização bem sucedida
1. Redução dos riscos concretos
Uma equipa formada pode reconhecer tentativas de phishing, adotar palavras-passe fortes ou comunicar comportamentos suspeitos. Um estudo da IBM (2023) mostra que uma empresa que investe em formação reduz quase para metade o custo médio de uma violação de dados.
2. Criar uma cultura de cibersegurança
A sensibilização vai para além das regras técnicas: trata-se de incutir reflexos colectivos. Bloquear a tua sessão, evitar meios não seguros ou alertar-nos imediatamente em caso de dúvida tornam-se gestos naturais. Esta cultura partilhada transforma cada funcionário num ator-chave da proteção.
3. Reforçar a confiança no ecossistema
Uma organização onde a segurança é partilhada inspira confiança aos seus clientes e parceiros. Em sectores sensíveis como a saúde, as finanças e a indústria, este rigor tornou-se mesmo um critério de seleção.
4. Reduzir o impacto operacional em caso de incidente
Os funcionários com formação reagem mais rapidamente e de forma coordenada, limitando as consequências de um ataque informático.
Como é que se pode fazer uma sensibilização eficaz?
- Diversifica os formatos: workshops práticos, e-learning, situações reais ou simulações de phishing para atingir diferentes perfis.
- Mantém a regularidade: uma chamada de atenção anual não é suficiente; as ameaças evoluem demasiado depressa. Integrar mensagens curtas e frequentes na vida da empresa garante reflexos duradouros.
- Envolve a gestão: os gestores devem dar o exemplo. Um gestor que aplique e promova as boas práticas dá credibilidade à mensagem.
- Medir o impacto: taxas de participação em cursos de formação, resultados de testes de phishing, rapidez de comunicação, etc. Todos estes são indicadores que podem ser utilizados para ajustar e melhorar o sistema.
Apoio Lùkla: combinar tecnologia e educação
Na Lùkla, acreditamos que a cibersegurança é, antes de mais, uma questão de pessoas. Ajudamos as organizações a criar programas de sensibilização adaptados ao seu sector e cultura, combinando :
- soluções tecnológicas robustas,
- percursos de aprendizagem cativantes e mensuráveis,
- uma abordagem contínua que estabelece reflexos duradouros.
O nosso objetivo é transformar o teu pessoal em verdadeiros aliados da cibersegurança e reforçar a resiliência da tua empresa face às ameaças.
Treinar hoje para proteger amanhã
A sensibilização dos trabalhadores não é um custo, mas um investimento estratégico. Reduz os riscos, assegura a continuidade do negócio e reforça a confiança dos seus parceiros.
Formar as tuas equipas é a melhor maneira de te protegeres: empregados vigilantes, responsáveis e capazes de reagir aos ciberataques.



